CASULO

Prisão, sufocamento, dor... Palavras que, soltas, facilmente podem ser objeto de maior repúdio. Mas, e quando escolhemos nos colocar neste não-lugar para acessar o que de pior e melhor habita em nós? Para saber. Para entender. Para acolher. Para, enfim, encontrar paz e liberdade! Para poder ver beleza, quiçá?

Casulo fala sobre o mergulho em si, sobre o encontro caótico com a própria subjetividade. Fala sobre a violência da linha que precisa atravessar a agulha, sobre a agulha que precisa furar repetidas vezes o tecido, maltratando-o, para que então, enfim, o rasgo seja costurado.

*Agradeço ao baita artista visual e amigo querido Rafa Lopes (@rafalopesph) pela troca e entrega que nos conduziram a essa produção fotográfica e projeção de nós mesmos.